A Lei dos Marginais (Samuel Fuller, 1961)

- por Bernardo Brum Especialista em dar declarações muito apropriadas sobre cinema em filmes de companheiros de profissão, como a comparação entre o cinema e um campo de batalha em O Demônio das Onze Horas, de Jean-Luc Godard, Samuel Fuller, em O Estado das Coisas, de Wim Wenders, observa: "Sem dúvida, a vida passa a... Continuar Lendo →

O Homem Que Não Estava Lá (Joel e Ethan Coen, 2001)

- por Mike Dias “Quanto mais se olha menos se sabe”, esse é o único fato existente segundo o advogado Freddy Riedenschneider e, realmente, O Homem Que Não Estava Lá parece fazer essa máxima verdadeira a cada novo acontecimento na vida de Ed Crane (Billy Bob Thornton, em uma das melhores atuações da década). Esta... Continuar Lendo →

Anjo do Mal (Samuel Fuller, 1953)

- por Bernardo Brum O mundo criado por Samuel Fuller em seus filmes é menos uma tentativa de documentação dos conflitos de uma época e mais uma tentativa de, por meio do circuito B de produção sem muitos grandes nomes,  expressar as próprias questões e experiências e tentar compartilhar com o resto das pessoas a... Continuar Lendo →

Seu Último Refúgio (Raoul Walsh, 1941)

- por Guilherme Bakunin Se alguém te perguntar o que é poesia no cinema, você pode responder com base nesse filme aqui. Dificilmente a gente vai encontrar um noir tão triste, belo e significativo quanto Seu Último Refúgio. Bogart, o eterno anti herói da negra américa, encarna Roy Earle, um gângster famoso recém liberto da... Continuar Lendo →

Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1948)

- por Bernardo Brum Com o pós-guerra, os cineastas americanos lentamente foram abandonando os herós tipicamente clássicos daquele período e fazendo uma transição gradual para arquétipos menos Cecil B. DeMille e Victor Fleming e mais Orson Welles e Raoul Walsh: é o caso de Nicholas Ray, que desde o seu debut criticado aqui voltava a... Continuar Lendo →

Acossado (Jean-Luc Godard, 1960)

- por Bernardo Brum Alfred Hitchcock, Nicholas Ray e Samuel Fuller inspiraram os franceses da Cahiers sobre o que seria o "cinema de autor". Cidadão Kane e o neo-realismo italiano fundaram as bases do cinema moderno. Chabrol e Truffaut, com seus filmes Nas Garras do Vício e Os Incompreendidos experimentaram, pela primeira vez, o que... Continuar Lendo →

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