Tido por Godard e Truffaut como o cineasta americano que mais conseguia filmar o plano emocional de seus personagens, Nicholas Ray é um dos mais consagrados autores de cinema norte-americano, possuindo uma carreira que abrange drama adolescente, faroeste, noir, filmes sociais, épicos religiosos e filmes de encomenda. Um cineasta que, na verdade, só utilizava dos gêneros para transmitir sua amargura, angústia e intensidade interior. Foi um dos primeiros cineastas a serem reconhecidos como artistas, por transcender a mera narração de histórias para usar os elementos estéticos do cinema para expressar e exteriorizar as almas dos personagens. Cravou pelo menos três clássicos: Johnny Guitar, No Silêncio da Noite e Juventude Transviada.

Amarga Esperança (1948) – Bernardo Brum [3/5]

No Silêncio da Noite (1950) – Bernardo Brum [5/5]

Cinzas Que Queimam (1952) – Guilherme Bakunin [5/5]

Juventude Transviada (1955) – Bernardo Brum [5/5]

Juventude Transviada (1955) – Fábio Visnadi [5/5]

Delírio de Loucura (1956)  – Bernardo Brum [5/5]

O Antagonismo Cúmplice de Howard Hawks e Nicholas Ray  –  Fábio Visnadi

Uma resposta to “Nicholas Ray”

  1. kevin Says:

    On Dangerous Ground é melhor q todos esses ae.
    [não vi Johnny Guitar, hehe]

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