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– por Kevin Albuquerque

“Much of what I do comes from dreams, from the dark side of dreams, from the dark side of human nature…”

Antes de tudo, essas são as palavras de um cineasta, um gênio, para com ele mesmo. É um cara que fez tudo o que podia para transmitir seus medos, sonhos, sua mente, para as telas do cinema, sempre com a intenção de aterrorizar a ninguém menos que ele mesmo e, quem sabe, com quem compartilha um pouco das mesmas coisas. Muitos consideram seus filmes, absurdos, estranhos, talvez como os sonhos de seu criador. E apesar de termos as cores, os assassinatos milimetricamente planejados e a câmera engenhosa, coisas que tornam seu cinema cada vez mais impressionante, o principal é forma com a qual o mestre passa o lado negro de sua natureza para as imagens. Acredito que, baseado nisso, Dario Argento nos conduz ao seu cinema, um cinema único.

O Pássaro das Plumas de Cristal (1970) – Bernardo Brum [3/5]

– Gato de Nove Caudas, O (1971) – Guilherme Bakunin [4/5]

Quatro Moscas no Veludo Cinza (1971) – Bernardo Brum [4/5]

Prelúdio Para Matar (1975) – Bernardo Brum [5/5]

Suspiria (1977) – Luiz Carlos Freitas [5/5]

Tenebre (1982) – Bernardo Brum [5/5]

Phenomena (1985) – Bernardo Brum [3/5]

Terror na Ópera (1987) – Bernardo Brum [5/5]

Giallo – Reféns do Medo (2009) – Bernardo Brum [4/5]

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– Screenshots –

Suspiria (1977) – Luiz Carlos Freitas [5/5]

Uma resposta to “Dario Argento”

  1. Guilherme Bakunin Says:

    grande foto, amigo bernardo brum

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