por Bernardo Brum

A grande fábula cinematográfica de Paul Verhoeven, O Vingador do Futuro tem a estética absurda, cafona e brutal dos anos oitenta. Anos que não voltam mais celebrados por um cineasta que reconhece no seu dispositivo de comunicação com o resto uma possibilidade para o ser humano se reinventar – e como não poderia deixar de ser, tratando-se da fase americana do diretor, uma redenção alcançada na base da porrada. Filosofia de bar da melhor qualidade, combinada com diversão de primeira. Simples assim.

5/5

Crítica

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