
“A fotografia é a verdade. Cinema é a verdade vinte e quatro vezes por segundo.”
Junto a François Truffaut e outros companheiros críticos apadrinhados por André Bazin da revista Cahiers du Cinema, Jean-Luc Godard foi um dos principais idealizadores e responsáveis pela ruptura com a linguagem clássica e pela criação do cinema contemporâneo, no movimento conhecido como nouvelle vague. Seus filmes são marcados pela edição “picada”, os longos planos-sequência, o uso de intertítulos, as quebras de diegese, a metalinguagem, a inserção de símbolos ambíguos na narrativa, a deconstrução e a descontinuidade, entre outros experimentos que marcaram por definitivo a história do cinema.
- Acossado (1960) – Bernardo Brum [4/5]
- Uma Mulher é Uma Mulher (1961) – Bernardo Brum [4/5]
- Viver a Vida (1962) – Guilherme Bakunin [5/5]
- O Desprezo (1963) – Bernardo Brum [5/5]
- Bande à Part (1964) – Fábio Visnadi [4/5]
- O Demônio das Onze Horas (1965) – Bernardo Brum [5/5]
- Elogio ao Amor (2001) – Allan Kardec Pereira [5/5]
- Nossa Música (2004) – Fábio Visnadi [4/5]
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- Viver a Vida (1962) – Guilherme Bakunin